Link – Zelda

agosto 9, 2009 às 11:49 pm | Publicado em Epic, fun | 2 Comentários
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Vamos analizar esses dois personagens do universo de The Legend of Zelda mais a fundo, e mostrar alguns de suas caracteristicas mais marcantes.

Link ( https://tavernanerd.wordpress.com/2009/08/09/link-zelda/ ) rs

Quem é link? Qualquer pessoa com algum pedaço de cerébro acima do pescoço é capaz de saber que ele é este:

link

E não este: Link

Link é um menino/jovem(depende do gayme) que sempre se mete em mil loucuras e confusões para salvar a princesa Zelda… mas por quê? Ninguém sabe ao certo, pois ele é um menino mudo e por isso não existe feedback  de sua parte, apenas alguns gemidos que ele faz quando manuseia sua espada a Master Sword, UAU!

Link certa vez entrou no seu armário e foi parar em um univérso alternátivo mais conhecido como Narnia:

zelda_narnia

Ele também é um nerd! (e como rs)!!!Isso mesmo! Qual criança de 10 anos de idade sabe manusear espadas, escudos, bumerangues, estilingues, sabe controlar trens e barcos? Só o link!

Em uma de suas viagens marítimas link encontrou seu inimigo mais temido Ganondorf! Que é o irmao de akuma Um indiano narigudo ruivo que gostava de fazer cosplay dos personagens do naruto vejam só sua fantasia:

Akuma, mestre de Ryu e KenStreet Fighter

Akuma é muito ambicioso em relação ao poder e… Ops… Confundi de personagem..

ganondorf

Ganondorf!

Como seu inimigo era poderoso de mais, link mandou então um pedido de socorro ao mundo, algo que ficou marcado nos anais da história e fez com que nerds quando criacem os primeiros Browsers incorporassem uma homenagem a este grande fato acontecido com o jóvem herói:

salvar-link-comoA tecnologia hoje está tão avançada que os nerds conseguiram fazer que quando você clique nesta opção você seja teleportado para o mundo de LotZ no exato momento em que o link está em apuros dando a possibilidade de você escolher COMO salva-lo!

Link é apaixonado pela princesa zelda, mas é nerdão e não tem coragem de se declarar.

Link Zelda Stick It

Hehe… Tem gente que não aguenta ver o Link ‘na mão’

Zelda é uma princesa (gata, dica), que tem como o hobbie ser raptada. Ela deixa de ser raptada pelo Akuma pra ver se o Link cai na real e pega ela, mas como o Link é nerd…

Zelda querendo dar pro Link… E Link esperando a Zelda ser raptada denovo pra ele poder ficar mais habilidoso com sua espada… ui.

Por que Zelda persiste tanto em querer dar pro Link? É meio óbvio, Link é um gatinho (L)

Há rumores de que o Link é um Drow em um outro universo…

Rawr >:3

O que eu fico imaginando é que, algum dia a Zelda vai cansar de tentar conquistar Link e partir pra outra…

E você achava que ela odiava ser raptada…

Bom, agora está explicado o porquê da Zelda deixar ser raptada tantas vezes… Pobre Link :/
E há rumores também de que o Akuma Ganondorf existe mesmo:

E você achava que era apenas um jogo…

E a Zelda também…

Até na Real Life ela é gatenha!

E também o LINK EXISTE (Ta ta, sem aquela piada ‘no google tem milhões de links rairai’) E EU SOU AMIGO DELE, PEGUEM EU NERDÕES

Link pensando em fazer um post sobre ele mesmo e pedir minha ajuda pra termina-lo rs (Esse é o Santhell, um dos nerds do blog)

Espero que tenham gostado 😛

Brincadeira ein Sant ❤

Nota: Este post é humorístico, qualquer semelhança a alguma pessoa, a fatos ou qualquer coisa é mera coincidência. Não há intenção de ofença ou coisa parecida nesse post.

Cya

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Três caminhos, Um destino – Campanha D&D – Kaleron Intro

julho 21, 2009 às 4:13 am | Publicado em Epic, RPG - Personagens, Séries | 1 Comentário
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EDIT: A história também está sendo ilustrada e revista.

Vamos começar passar para o blog nossas aventuras no D&D que se passam em Toril. Atualmente temos 3 personagens no grupo:

  • Kaleronn, um Drow Ranger e ex integrante da familía dos Daro’ven.
  • Glaeron, um Humano Mago sozinho no mundo.
  • Haoji, um Humano Clérigo do oriente que foi criado por orcs como prisioneiro.

Cada personagem teve uma introdução narrada individualmente, ou seja, até se encontrarem, nimguém sabia de nada. Isso foi feito para evitar o metajogo.

A primeira introdução que vou trascrever aqui vai ser a do Drow Kaleron Daro’ven, então lá vamos nós!

Kaleronn tinha 120 anos e era o segundo filho (o título de Primeiro e Segundo filho são títulos altos, dados somente aos filhos da matriarca da família)  da casa ds Daro’ven, de Menzoberrazan – uma metrópole de Drows em underdark – ele era líder de patrulha de sua casa, enquanto o primeiro filho da casa, Iriel,  auxiliava diretamente a Matriarca em seus rituais à Lolth, pois ele havia ainidade com magias. Buscar escravos humanóides era um trabalho rotineiro para Kaleronne, mas não o que houve neste dia, buscar duas feiticeiras prisioneiras em uma cidade próxima de devoradores de mente. Algo totalmente incomum, já que devoradores de mente são extremamente agressivos e não lidam amistosamente com as demais criaturas de underdark… Mas Kaleronn fez um acordo com eles, de levar água para eles em troca dos escravos, já que água em underdark é tão rara que o pior dos tiranos se renderia a um mero anão se o mesmo tivesse um pouco de água potável. Enfi,m Kaleronn seguia para completar sua tarefa preparado com a desconfiânça, pois é ela que mantém os Drows vivos até hoje. Chegando nos arredores da cidade dos devoradores de mente, Keleronn avista dois deles esperando com as duas escravas, amarradas, e visivelmente debilitadas,

Kaleronn se aproxima e fala:

Kaleronn – Eu sou Kaleronn, Segundo Filho da casa dos Daro’ven e vim aqui por causa dos escravos. Eu já fiz um acordo… Quem são estas?

Devorador de Mentes¹ – São feiticeiras, as escravas do acordo.

Devorador de Mentes² – Deixe a água no chão que deixaremos elas aqui para você as levar.

Kaleronn – Gostaria de ter uma garantia, não for uma ousadia…

DM² – Garantia? Aqui está sua garantia *corta garganta de uma das escravas*

DM¹ – Deixe a água agora! Ou vai voltar sem nada para sua cidade

Kaleronn – Aqui está, e não ousem machucar mais alguém, eu cumpri com minha palavra!

Kaleronn estava se segurando pra não tirar uma de suas sabres e cortar a cabeça cheia de tentáculos daquelas aberrações. Depois de deixar a água no chão, o Drow abaixa-se e pede para a humana restante manter a calma.

DM¹ – Pronto! Leve está humana nojenta daqui!

Os devoradores pegam a água e vão. O jovem drow tenta se comunicar com a humana:

Kaleronn – Me diga, qual seu nome?

Escrava – Meu nome? Em que mundo diria meu nome para um drow?

Kaleronn então se curva um pouco e se apresenta:

Kaleronn – Me chamo Kaleronn Dro’ven

Em sua cabeça Kaleron dizia a si mesmo que nunca tinha visto uma humana em sua vida, questinando-se se não foi gentil com ela.

Escrava – Argh, Porque você está agindo assim? Não sabe que vou ser morta em uma das casas da sua cidade? Para usarem meu sangue draconiano em rituais?

Kaleron – Morta? Não… Meu povo pode ser perverso, mas eles não matam escravos. Pelo menos eu nunca vi… Apenas os usam para trabalhos pesados e limpeza. *Kaleron começa a mecher os olhos freneticamente resultado de sua ansiedade*

Escrava -‘Hah, porque iriam querer justamente feiticeiros, uh? Aliás, eu nem consigo enchergar você nesta escurdidão.

Underdark é o subterrâneo de Toril, aonde vivem criaturas totalmente adaptadas a viver nesse ambiente. Os Drows podem enxergar até 36 metros na escuridão e geralmente possuem olhos brilhantes, a única fonte de luz naquele local.

Kaleronn pensa – Humanos são… interessantes. Criaturas cegas mas possuem olhos e incrivelmente conseguem me sentir… diferente. Sinto algo latejante dentro de mim. Ela é uma feiticeira, isso pode ser algum tipo de magia. – e então diz:

Kaleronn – Eu não faço parte dos rituais à Lolth, sou apenas uma alma que nasceu neste infeliz corpo amaldiçoado a matar a sua própria raça pra poder sobreviver. Mas então… você é uma feiticeira, por acaso jogou algum tipo de magia em mim?!

Escrava – Não, estou enfraquecida aqui no subterraneo pelas fortes fontes de radiação presentes. Você parece não gostar de ser drow… ou ter o instinto deles.

Kaleronn – Nós servimos há uma divindade demoníaca que abençoa os mais perversos. Eu durmo segurando uma adaga, pois posso ser assassinado por algum membro da família que queira subir de posição. Meu povo derrama seu próprio sangue por poder e domínio… Não se pode confiar em ninguém…

Então Kaleronn começa a mecher em sua insígnea da familia e refletir…

Escrava – Hmm, eu não queria ser reconhecida aqui nestas terras, mas eu tenho uma proposta…

O drow pensa – Uma proposta? Será que ela é como meu povo, se eu virar as costas ela enterrará em mim uma adaga? e fala:

Kaleronn – Uma proposta… O que uma humana feiticeira, presa e que ainda não disse seu nome tem a propor com este drow? Eu tenho uma: diga-me seu nome, então eu lhe ouvirei.

Escrava – Meu nome é Caladnei…

Caladnei – Eu convivi com muitos drows antigamente e conheci poucos bons, mas alguns significantes, como Drizzt Do’Urden. Sei que aqui no subterraneo vocês tem culturas diferentes dos antigos Cormantorianos..

Kaleronn – Drizzt? Da casa de Do’Urden, o que tem os olhos roxos? Eu o conhecia, a casa dele era rival da minha, quando existia… Ele era diferente, por isso todos o odiaram até ele desaparecer-se em underdark… Mas como?

Caladnei – Minha proposta é: te dou a morte, e então uso meu ultimo desejo restante para te fazer reencarnar em outras terras.

Caladnei – Meus sentidos dizem que você tem espirito de um elfo da lua, que encarnou em um local errado.

Kaleronn – Reencarnar em outras terras… Mas o que te conduziu a pensar assim? Você simplismente pode me matar e não fazer isso…

Cladnei – Sim, mas o que vai mudar, você está de certa forma morto aqui.

Kaleronn – E fazer com que minha vida toda fosse em vão… Me perdoe, mas algo assim eu não aceito. Posso ter esta forma, viver entre um povo perverso, mas eu nasci assim, deve haver um propósito pra isso…

Caladnei – Viu, é seu instinto, não importa o que venha à te ajudar a sair dessas terras, você vai achar que está melhor onde está…

Kaleronn – Sair? Estou preso aqui, pois há um inferno lá fora. Não sei como vocês, seres da superfície, encaram a grande bola de fogo todos os dias…

Caladnei – Isso é tudo questão de adaptação, você viveu sua vida inteira aqui, aonde a única luz é a luz de poucos corações bons…

Caladnei – E é por isso que as trevas e os grandes pantões malignos reinam nessas terras

Caladnei – Vamos logo, leve-me à sua casa, até meu destino, aonde o fim chegará.

Kaleronn então a levanta e começa a dirigir-se de volta para sua cidade, pensativo sobre o que a feiticeira havia dito-lhe e então reflete – Eu não posso mudar meu destino, assim como ela não pode. Mas será que o que ela diz é realmente verdade? Eu nunca vi sacrificarem escravo algum em minha cidade – Caladnei, como tinha muito poder, podia saber o que os que estavam a seu redor pensava, e então falou:

Caladnei – Você ainda duvida do que os seus fazem. Você não tem o coração tão maligno quanto os deles, por isso eles te escondem a verdade, porque se acabasse sabendo iria ser um problema, e sim eu leio seus pensamentos.

Kaleronn para de andar e pede para Caladnei deitar-se ao chão.

Caladnei – Deitar?

Kaleronn – Eu irei te envolver com trevas, uma magia ilusória, para que nenhuma criatura possa vê-la. Eu vou comprovar algo…

Caladnei – Hmm…Ok, estou amarrada mesmo.

Kaleronn então usa sua magia racial, Trevas, e então começa a correr em direção de Menzoberrazan, pensando – Tenho que fazer cara de aflição. Ou seria ódio? – Então ele saca sua sabre e corta o própio braço, espalha sangue por seu corpo e rosto… Logo depois de uns minutos correndo, ele chega a porta de sua casa. Os guardas olham ele desconfiadamente, pensando o porquê de ele não ter voltado com as escravas e ainda por cima estar ferido. Entrando, ele pôe-se frente a Matriarca da família, Maelta, curva-se e então fala:

Kaleronn – Grande Matriarca! Ao invés de escravos, haviam devoradores de mentes com alguns goblins me aguardando, uma cilada! Há traidores entre nós!

Ele então olha  ligeiramente para o mestre das armas da família

Kaleronn – Estamos sem as escravas para sacrifica-las e ter o favor da grandíssima Lolth!

Kaleronn – Tive que fugir… haviam milhares deles e tive que lutar com alguns deles.

Maelta – Hmm, traidores… Como foi que ficou sabendo de nossos planos de rituais com sangue draconiano referente ao favor de Lolth?

Kaleronn – Grandiosa Matriarca Maelta, na academia um colega de uma casa inferior comentou a mim de como ter o favor de Lolth, pois eu desconhecia. Perdoe-me pela minha insolência em não demonstrar que eu a venero com a vida!

Kaleronn tenta conter a surpresa e pensa que deve voltar ao local onde deixou a feiticeira o mais rápido possível.

Maelta – Dê-me um bom motivo para não matar você, pois és um Jovem Drow e ingênuo.

Kaleronn – Há um grande número de goblins e devoradores de mentes vindo pra cá. Podemos matá-los em nome de Lolth e, depois da batalha, você pode usar-me como sacrifício para a grande Lolth e garantir o favor dela a nossa casa, porque precisará de mim na batalha.

Com isso Kaleronn assinou sua despedida de underdark ou garantia de morte.

Maelta – Hmm, e se você estiver mentindo? Você nunca provou sua fé para Lolth como agora!

Kaleronn – Me perdoe… é que eu sou um Drow (sentido masculino), não é merecido com que minha fé seja reconhecida, mas que a de vocês seja, porque a minha fé não é tão digna quanto a de vocês, sacerdotisas, pois sou inferior.

Kaleronn demonstrando inferioridade sob as mulheres drows, abaixa sua cabeça como se devesse respeito.

Maelta – Ok, Me prove a presença desses goblins. Traga-me a cabeça de um, que acreditarei e prepararei a casa para a batalha! Vá rápido!

Kaleronn então sai correndo da casa. Na saída, fala para os guardas que a matriaca estava precisando da presença deles, para que não desconfiassem que estava prestes a fugir de Menzoberrazan. Quando os guardas dão as costas à ele, Kaleronn corre o mais rápido que pode até o local que a feiticeira estava. Chegando lá ele não encontra nada, sua magia trevas já hávia se dissipado. Ele então procura por alguma pista ou astro que ela pode ter deixado, mas não encontra nada. Enquanto continuava a procurar, um globo de luz aparece a sua frente e estoura, e como os drows são sensíveis a luz, ele fica momentâneamente cego…

Kaleronn – Argh!

Voz – Você acha que conseguiria escapar do subterraneo sozinho, com essas hordas de criaturas por aqui?

Kaleronn reconhece a voz como a da feiticeira, porém não sabe onde ela está…

Kaleronn – E você, consegue?… Em poucas horas, meus “irmãos e irmãs” estarão caçando a minha cabeça, porque eu resolvi voltar aqui e te libertar…

Kaleron pensa – Será que morrerei pelas mãos dela agora? Não vejo nada… Meus olhos ardem.

Caladnei – Levante-se, siga a minha voz…

Kaleronn levanta tentando encontrar algo para se apoiar…

Caladnei – Pra libertar-se, ou você morre e faz com que sua familia o esqueça, ou foje e fica para sempre caçado…a escolha é sua!

Caladnei – Será que conseguirá acreditar na luz que tanto te incapacita?

Kaleronn fica em silêncio por um tempo, com a boca parcialmente aberta como se algo segurasse as palavras e elas não saíssem, quando então consegue falar:

Kaleronn – Vivi minha vida inteira em trevas, eu não conheço a luz…Eu já fiz minha escolha lá atrás e já estou sendo caçado… se eu quisesse a morte, ja a teria.

Caladnei – Você realmente acredita na luz??

Kaleronn – Se eu não acreditar, o que me restaria? Pois eu me rendo a luz, mesmo cegando-me, porque estou acostumado as trevas.

Caladnei – Então de um passo a frente.

Kaleronn então dá o passo a frente, agora mais firme e sua visão está voltando. Ele percebe que está a entrar em um portal luminoso que está no centro da fonte daquela luz forte, e então ele entra no portal, e lá ele se sente mais leve, com uma paz grande seguida de um sentimento de presença poderosa. Este lugar é aonde as divindades de Toril estão, um lugar onde um drow jamais pensaria em se encontrar!

Agora já nesse lugar, Kaleronn encontra um homem grande de longos cabelos e barba.

Homem – Prazer, sou Shaundakul.

Shaundakul – Sou o cavaleiro dos ventos, a Mão Amiga!

Shaundakul – Sou a divindade de Caladnei, fui chamado atravez das preces dela. Eu vim te resgatar, seu coração brilhante fez com que sua vida no subterraneo não fosse o ideal! Para te tirar daqui preciso oferecer sangue maligno, e o farei em sua matriarca!

Kaleronn – Por favor, não derrame mais sangue. Isso não me faria melhor do que eles…

Shaundakul – É a unica forma de salvar um aventureiro condenado…

Kaleronn – Como você me salvaria?

Shaundakul – Sou o cavaleiro dos ventos, posso te levar até a superfície com meu poder, mas para isso preciso do sangue, para poder levar um ser tão denso até lá.

Shaundakul – Mas há uma condição para isso…Seu coração não é mau, mas você não é completamente bom, mesmo assim mostre aos outros, leve a Mão Amiga com você, ajude aqueles que julgue nescessario e espalhe o culto da mão amiga por Toril…

Kaleronn – Não és como a lolth, que se banha com o sangue de inoscentes? E que plorifera maldade entre meu povo?

Shaundakul – Não me compare àquela imunda! Uso do sangue maligno derramado para salvar os inocentes

Kaleronn – Perdoe-me

Kaleronn se curva e então fala:

Kaleronn – Se não és como ela, certamente levarei a mão amiga comigo, e agradeço por tudo.

Shaundakul – Ok nobre, és o primeiro drow de minha guarda! Vá com os ventos, e espero um dia te reencontrar!

Kaleronn então volta para o plano normal em forma de vento, ele viaja incrivelmente rápido e então pôde ir para a superfície, não tendo controle sobre isso, ele foi guiado pelo poder de seu agora mestre Shaundakul. Enfim Shaundakul o materializou novamente dentro de um Inn de uma cidade chamada Baldurs Gate localizada na Costa da Espada. Kaleronn está a primeira vez na superfície e tudo o que se encontra naquele quarto estranho é íncrivel, é noite então não problemas relacionados com a luz em seus olhos…Kaleron vê uma cama como nunca tinha visto antes, e resolveu ali mesmo entrar en transe para se recuperar de todos os fatos que aconteceram naquele dia.

História interpretada por Levan como Kaleronn e mestrada por Santhell, os outros dois personagens viram nos proximos posts.

Por Selûne, agradeço a todos que leram, obrigado!


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