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agosto 2, 2009 às 9:07 pm | Publicado em Epic, fun, Games | 1 Comentário
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Super Mario Bros.

Super Mario Bros. 3

Creditos ao Mega64 🙂

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Rock’n Roll?

julho 25, 2009 às 5:48 pm | Publicado em Epic | Deixe um comentário
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RUN TO THE HILLS!

Mario… Sonic?

julho 24, 2009 às 2:09 pm | Publicado em Epic, fun, Posts Especiais | 9 Comentários
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Estou um pouco abaladoTenso, pra falar a verdade.
Descobrir que parte da minha infância foi de admirar um herói socio-capitalista drogado… Sim, estou falando do Mario.

Nota-se a face dele com uma expressão intrigante. “Tá olhando o que, mané?

Vamos aos fatos. O que o Mario realmente foi:

1. Um traidor, ele possuía ESCRAVOS!
Lembram do Yoshi, seu ‘amigo‘ ?…
O Yoshi era apenas um escravo. Sim! Perceberam que o Mario BATIA na cabeça do Yoshi para ele “soltar a língua” ? Ele o forçava a colocar a boca o que não pretendia (ui) e o usava como bem entendia. E o descartava quando não precisava dele mais… Pobre Yoshi

2. Mario era Comunista

Ou vocês pensavam que aquela camisa vermelha com o macacão e o bigodinho estilo STALIN, sim, eu disse Stalin, eram apenas coincidência?
Ele era um simples encanador e, mesmo salvando a nobre Princesa, ele CONTINUOU SENDO um encanador.
Lembram que o Mario lutava contra o Koopa? Siiiim. Ele sempre lutou contra seus superiores. Isso é rebeldia ensinada as crianças, pois o Mario rebelava contra seu próprio rei. COMUNISTA!

Seria esse o verdadeiro rosto de Mario?

Mario se rebelando contra o Rei.

3. Era um Drogado

E nós nunca percebemos que o Mario amava um cogumelo… Ele até se sentia mais forte e poderoso. Aí aparecia uma “Estrelinha” que deixava ele doidão, andava mais rápido e “nada podia parar“, e a plantinha que fazia ele soltar fogo pelas mãos… Hm… Ouvi dizer que o Mario ja perdeu o emprego procausa de drogas.

Pera aí… Sonic?!

Antes de continuar… Não deixei de perceber que o SONIC tentou tomar o emprego de Mario… Pra falar a verdade, Sonic tinha inveja do Mario, mas nunca foi melhor que ele.

Pois é…

O tenso é que Sonic consegue ser pior que o Mario até na vida real:
cosplay_mario_y_sonic

Fãs de Sonic, chorem.

4. Capitalista

É até engraçado, mas ele foi comunista e capitalista ao mesmo tempo. Sim!
Ou você acha que as moedinhas não significavam nada? Ele ganhava VIDA quando chegava ao número 100. Ou Seja, na filosofia do Mario, Dinheiro = Vida. E Sonic não ficava atrás, ele também seguiu a mesma filosofia, sempre que os monstros ameaçavam a vida de Sonic,  Sonic os subornavam com moedinhas de ouro e, se os monstros o pegassem sem moedas… Bem, ele morria.

Ele enganou seus amigos dizendo que não se importava com dinheiro

5. Cruel

Mario simplismente ESMAGA seus adversários sem piedade alguma… Se você irritou o Mario, corra para as colinas!

mario garry modMario aniquilando Luigi por ter roubado seu cogumelo.

6. Pervertido

Hehehehehehe… Vocês achando que o Mario queria salvar a Princesa Peach somente pra ganhar um bolo… Um pensamento muito inoscente em relação a alguém que esteve sempre atrás do armario, pegando os mais dispersos…

Hmmm…. Bolo

cdnmyxertonescom

Mario cobrando pelos seus serviços…

Mario fazendo outra Vítima.

E a Princesa Peach era bissexual, graças ao SNAKE!

Ninguém resiste a uma elfa.

E uma pervertida também…

peachAdeus infância.

Mas, felizmente, Mario e Luigi tiveram o que mereceram (Luigi era o cúmplice)
Foram a Júri popular e pegaram prisão perpétua:

Mas aí, os dois conseguiram fugir da prisão e foram linchados…

Bonus: O que realmente aconteceu entre Mario e Peach quando ele a salvou:

Espero que tenham gostado 😛

Nota: Este post é humorístico, qualquer semelhança a alguma pessoa, a fatos ou qualquer coisa é mera coincidência. Não há intenção de ofença ou coisa parecida nesse post.

Por Dentro do RPG – Ilitides

julho 23, 2009 às 2:30 pm | Publicado em Epic | 1 Comentário
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Estavamos conversando entre nós quando surgiu a idéia: Que tal explicar/mostrar coisas sobre o RPG (coisas = monstros, raças, eticétera) para os mais leigos? Claro, nem todo nerdão conhece RPG, então vamos lá.

Então lá vamos nós.

Vou falar  sobre os Devoradores de Mente, ou Mind Flayers. São as aberrações que apareceu na história de Kaleronn, postada aqui no Taverna Nerd, narrada pelo Dungeon Master Santhell e protagonizada por mim.

Imagem de um Devorador de Mentes, retirado do site http://www.wizard.com

O Devorador de Mentes tem a altura aproximada de um humano. Sua pele é emborrachada e de cor malva, além de brilhar como lodo. Sua cabeça lembra um polvo de quatro tentáculos, e se torna ainda mais horripilante devido aos olhos fundos e brancos.

Os Devoradores de Mente, também conhecidos como ilitides, são tão insidiosos, diabólicos e poderosos que todos os habitantes de Underdark os temem. Eles curvam os demais a sua vontade e destroem a mente de seus adversários.

Sociedade dos Devoradores de Mente

Os Devoradores de Mente se congregam em cidades subterrâneas de 200 até 2000 habitantes, mais dois escravos para cada ilitide (no mínimo). Os escravos obedecem aos seus mestres sem questionar. O centro da comunidade é o ”Cérebro Ancião”, uma pscina de fluídos salgados que contém o cérebro dos ilitides falecidos.

Embora estejam em constante competição pelo poder, os ilitides estão sempre dispostos a trabalhar juntos. Um pequeno grupo dessas criaturas, conhecidos como inquisição, com frequência é enviado para desenterrar algum segredo sombrio e terrível. Em diversos aspectos, uma inquisição de ilitides não é muito diferente de um grupo de aventureiros, onde cada membro contribui com suas perícias e conhecimentos em favor do grupo.

Quando uma tarefa é muito grande para uma inquisição, os ilitides costumam formar cultos. Um par de ilitides feiticeiros comanda o grupo, ambos lutando pela supremacia.

Livro dos monstros, D&D 3.5ª Edição.

Ilitides são criaturas que vivem em underdark e nunca ouvi falar de algum deles na superfície… Pera aí…
Eu já vi um deles em algum lugar… Navegando pelos mares!

Davy Jones! Seria ele um Ilitide?

Não vamos confundir as coisas hehe.

Espero que tenham gostado. Em breve teremos mais!

Três caminhos, Um destino – Campanha D&D – Kaleron Intro

julho 21, 2009 às 4:13 am | Publicado em Epic, RPG - Personagens, Séries | 1 Comentário
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EDIT: A história também está sendo ilustrada e revista.

Vamos começar passar para o blog nossas aventuras no D&D que se passam em Toril. Atualmente temos 3 personagens no grupo:

  • Kaleronn, um Drow Ranger e ex integrante da familía dos Daro’ven.
  • Glaeron, um Humano Mago sozinho no mundo.
  • Haoji, um Humano Clérigo do oriente que foi criado por orcs como prisioneiro.

Cada personagem teve uma introdução narrada individualmente, ou seja, até se encontrarem, nimguém sabia de nada. Isso foi feito para evitar o metajogo.

A primeira introdução que vou trascrever aqui vai ser a do Drow Kaleron Daro’ven, então lá vamos nós!

Kaleronn tinha 120 anos e era o segundo filho (o título de Primeiro e Segundo filho são títulos altos, dados somente aos filhos da matriarca da família)  da casa ds Daro’ven, de Menzoberrazan – uma metrópole de Drows em underdark – ele era líder de patrulha de sua casa, enquanto o primeiro filho da casa, Iriel,  auxiliava diretamente a Matriarca em seus rituais à Lolth, pois ele havia ainidade com magias. Buscar escravos humanóides era um trabalho rotineiro para Kaleronne, mas não o que houve neste dia, buscar duas feiticeiras prisioneiras em uma cidade próxima de devoradores de mente. Algo totalmente incomum, já que devoradores de mente são extremamente agressivos e não lidam amistosamente com as demais criaturas de underdark… Mas Kaleronn fez um acordo com eles, de levar água para eles em troca dos escravos, já que água em underdark é tão rara que o pior dos tiranos se renderia a um mero anão se o mesmo tivesse um pouco de água potável. Enfi,m Kaleronn seguia para completar sua tarefa preparado com a desconfiânça, pois é ela que mantém os Drows vivos até hoje. Chegando nos arredores da cidade dos devoradores de mente, Keleronn avista dois deles esperando com as duas escravas, amarradas, e visivelmente debilitadas,

Kaleronn se aproxima e fala:

Kaleronn – Eu sou Kaleronn, Segundo Filho da casa dos Daro’ven e vim aqui por causa dos escravos. Eu já fiz um acordo… Quem são estas?

Devorador de Mentes¹ – São feiticeiras, as escravas do acordo.

Devorador de Mentes² – Deixe a água no chão que deixaremos elas aqui para você as levar.

Kaleronn – Gostaria de ter uma garantia, não for uma ousadia…

DM² – Garantia? Aqui está sua garantia *corta garganta de uma das escravas*

DM¹ – Deixe a água agora! Ou vai voltar sem nada para sua cidade

Kaleronn – Aqui está, e não ousem machucar mais alguém, eu cumpri com minha palavra!

Kaleronn estava se segurando pra não tirar uma de suas sabres e cortar a cabeça cheia de tentáculos daquelas aberrações. Depois de deixar a água no chão, o Drow abaixa-se e pede para a humana restante manter a calma.

DM¹ – Pronto! Leve está humana nojenta daqui!

Os devoradores pegam a água e vão. O jovem drow tenta se comunicar com a humana:

Kaleronn – Me diga, qual seu nome?

Escrava – Meu nome? Em que mundo diria meu nome para um drow?

Kaleronn então se curva um pouco e se apresenta:

Kaleronn – Me chamo Kaleronn Dro’ven

Em sua cabeça Kaleron dizia a si mesmo que nunca tinha visto uma humana em sua vida, questinando-se se não foi gentil com ela.

Escrava – Argh, Porque você está agindo assim? Não sabe que vou ser morta em uma das casas da sua cidade? Para usarem meu sangue draconiano em rituais?

Kaleron – Morta? Não… Meu povo pode ser perverso, mas eles não matam escravos. Pelo menos eu nunca vi… Apenas os usam para trabalhos pesados e limpeza. *Kaleron começa a mecher os olhos freneticamente resultado de sua ansiedade*

Escrava -‘Hah, porque iriam querer justamente feiticeiros, uh? Aliás, eu nem consigo enchergar você nesta escurdidão.

Underdark é o subterrâneo de Toril, aonde vivem criaturas totalmente adaptadas a viver nesse ambiente. Os Drows podem enxergar até 36 metros na escuridão e geralmente possuem olhos brilhantes, a única fonte de luz naquele local.

Kaleronn pensa – Humanos são… interessantes. Criaturas cegas mas possuem olhos e incrivelmente conseguem me sentir… diferente. Sinto algo latejante dentro de mim. Ela é uma feiticeira, isso pode ser algum tipo de magia. – e então diz:

Kaleronn – Eu não faço parte dos rituais à Lolth, sou apenas uma alma que nasceu neste infeliz corpo amaldiçoado a matar a sua própria raça pra poder sobreviver. Mas então… você é uma feiticeira, por acaso jogou algum tipo de magia em mim?!

Escrava – Não, estou enfraquecida aqui no subterraneo pelas fortes fontes de radiação presentes. Você parece não gostar de ser drow… ou ter o instinto deles.

Kaleronn – Nós servimos há uma divindade demoníaca que abençoa os mais perversos. Eu durmo segurando uma adaga, pois posso ser assassinado por algum membro da família que queira subir de posição. Meu povo derrama seu próprio sangue por poder e domínio… Não se pode confiar em ninguém…

Então Kaleronn começa a mecher em sua insígnea da familia e refletir…

Escrava – Hmm, eu não queria ser reconhecida aqui nestas terras, mas eu tenho uma proposta…

O drow pensa – Uma proposta? Será que ela é como meu povo, se eu virar as costas ela enterrará em mim uma adaga? e fala:

Kaleronn – Uma proposta… O que uma humana feiticeira, presa e que ainda não disse seu nome tem a propor com este drow? Eu tenho uma: diga-me seu nome, então eu lhe ouvirei.

Escrava – Meu nome é Caladnei…

Caladnei – Eu convivi com muitos drows antigamente e conheci poucos bons, mas alguns significantes, como Drizzt Do’Urden. Sei que aqui no subterraneo vocês tem culturas diferentes dos antigos Cormantorianos..

Kaleronn – Drizzt? Da casa de Do’Urden, o que tem os olhos roxos? Eu o conhecia, a casa dele era rival da minha, quando existia… Ele era diferente, por isso todos o odiaram até ele desaparecer-se em underdark… Mas como?

Caladnei – Minha proposta é: te dou a morte, e então uso meu ultimo desejo restante para te fazer reencarnar em outras terras.

Caladnei – Meus sentidos dizem que você tem espirito de um elfo da lua, que encarnou em um local errado.

Kaleronn – Reencarnar em outras terras… Mas o que te conduziu a pensar assim? Você simplismente pode me matar e não fazer isso…

Cladnei – Sim, mas o que vai mudar, você está de certa forma morto aqui.

Kaleronn – E fazer com que minha vida toda fosse em vão… Me perdoe, mas algo assim eu não aceito. Posso ter esta forma, viver entre um povo perverso, mas eu nasci assim, deve haver um propósito pra isso…

Caladnei – Viu, é seu instinto, não importa o que venha à te ajudar a sair dessas terras, você vai achar que está melhor onde está…

Kaleronn – Sair? Estou preso aqui, pois há um inferno lá fora. Não sei como vocês, seres da superfície, encaram a grande bola de fogo todos os dias…

Caladnei – Isso é tudo questão de adaptação, você viveu sua vida inteira aqui, aonde a única luz é a luz de poucos corações bons…

Caladnei – E é por isso que as trevas e os grandes pantões malignos reinam nessas terras

Caladnei – Vamos logo, leve-me à sua casa, até meu destino, aonde o fim chegará.

Kaleronn então a levanta e começa a dirigir-se de volta para sua cidade, pensativo sobre o que a feiticeira havia dito-lhe e então reflete – Eu não posso mudar meu destino, assim como ela não pode. Mas será que o que ela diz é realmente verdade? Eu nunca vi sacrificarem escravo algum em minha cidade – Caladnei, como tinha muito poder, podia saber o que os que estavam a seu redor pensava, e então falou:

Caladnei – Você ainda duvida do que os seus fazem. Você não tem o coração tão maligno quanto os deles, por isso eles te escondem a verdade, porque se acabasse sabendo iria ser um problema, e sim eu leio seus pensamentos.

Kaleronn para de andar e pede para Caladnei deitar-se ao chão.

Caladnei – Deitar?

Kaleronn – Eu irei te envolver com trevas, uma magia ilusória, para que nenhuma criatura possa vê-la. Eu vou comprovar algo…

Caladnei – Hmm…Ok, estou amarrada mesmo.

Kaleronn então usa sua magia racial, Trevas, e então começa a correr em direção de Menzoberrazan, pensando – Tenho que fazer cara de aflição. Ou seria ódio? – Então ele saca sua sabre e corta o própio braço, espalha sangue por seu corpo e rosto… Logo depois de uns minutos correndo, ele chega a porta de sua casa. Os guardas olham ele desconfiadamente, pensando o porquê de ele não ter voltado com as escravas e ainda por cima estar ferido. Entrando, ele pôe-se frente a Matriarca da família, Maelta, curva-se e então fala:

Kaleronn – Grande Matriarca! Ao invés de escravos, haviam devoradores de mentes com alguns goblins me aguardando, uma cilada! Há traidores entre nós!

Ele então olha  ligeiramente para o mestre das armas da família

Kaleronn – Estamos sem as escravas para sacrifica-las e ter o favor da grandíssima Lolth!

Kaleronn – Tive que fugir… haviam milhares deles e tive que lutar com alguns deles.

Maelta – Hmm, traidores… Como foi que ficou sabendo de nossos planos de rituais com sangue draconiano referente ao favor de Lolth?

Kaleronn – Grandiosa Matriarca Maelta, na academia um colega de uma casa inferior comentou a mim de como ter o favor de Lolth, pois eu desconhecia. Perdoe-me pela minha insolência em não demonstrar que eu a venero com a vida!

Kaleronn tenta conter a surpresa e pensa que deve voltar ao local onde deixou a feiticeira o mais rápido possível.

Maelta – Dê-me um bom motivo para não matar você, pois és um Jovem Drow e ingênuo.

Kaleronn – Há um grande número de goblins e devoradores de mentes vindo pra cá. Podemos matá-los em nome de Lolth e, depois da batalha, você pode usar-me como sacrifício para a grande Lolth e garantir o favor dela a nossa casa, porque precisará de mim na batalha.

Com isso Kaleronn assinou sua despedida de underdark ou garantia de morte.

Maelta – Hmm, e se você estiver mentindo? Você nunca provou sua fé para Lolth como agora!

Kaleronn – Me perdoe… é que eu sou um Drow (sentido masculino), não é merecido com que minha fé seja reconhecida, mas que a de vocês seja, porque a minha fé não é tão digna quanto a de vocês, sacerdotisas, pois sou inferior.

Kaleronn demonstrando inferioridade sob as mulheres drows, abaixa sua cabeça como se devesse respeito.

Maelta – Ok, Me prove a presença desses goblins. Traga-me a cabeça de um, que acreditarei e prepararei a casa para a batalha! Vá rápido!

Kaleronn então sai correndo da casa. Na saída, fala para os guardas que a matriaca estava precisando da presença deles, para que não desconfiassem que estava prestes a fugir de Menzoberrazan. Quando os guardas dão as costas à ele, Kaleronn corre o mais rápido que pode até o local que a feiticeira estava. Chegando lá ele não encontra nada, sua magia trevas já hávia se dissipado. Ele então procura por alguma pista ou astro que ela pode ter deixado, mas não encontra nada. Enquanto continuava a procurar, um globo de luz aparece a sua frente e estoura, e como os drows são sensíveis a luz, ele fica momentâneamente cego…

Kaleronn – Argh!

Voz – Você acha que conseguiria escapar do subterraneo sozinho, com essas hordas de criaturas por aqui?

Kaleronn reconhece a voz como a da feiticeira, porém não sabe onde ela está…

Kaleronn – E você, consegue?… Em poucas horas, meus “irmãos e irmãs” estarão caçando a minha cabeça, porque eu resolvi voltar aqui e te libertar…

Kaleron pensa – Será que morrerei pelas mãos dela agora? Não vejo nada… Meus olhos ardem.

Caladnei – Levante-se, siga a minha voz…

Kaleronn levanta tentando encontrar algo para se apoiar…

Caladnei – Pra libertar-se, ou você morre e faz com que sua familia o esqueça, ou foje e fica para sempre caçado…a escolha é sua!

Caladnei – Será que conseguirá acreditar na luz que tanto te incapacita?

Kaleronn fica em silêncio por um tempo, com a boca parcialmente aberta como se algo segurasse as palavras e elas não saíssem, quando então consegue falar:

Kaleronn – Vivi minha vida inteira em trevas, eu não conheço a luz…Eu já fiz minha escolha lá atrás e já estou sendo caçado… se eu quisesse a morte, ja a teria.

Caladnei – Você realmente acredita na luz??

Kaleronn – Se eu não acreditar, o que me restaria? Pois eu me rendo a luz, mesmo cegando-me, porque estou acostumado as trevas.

Caladnei – Então de um passo a frente.

Kaleronn então dá o passo a frente, agora mais firme e sua visão está voltando. Ele percebe que está a entrar em um portal luminoso que está no centro da fonte daquela luz forte, e então ele entra no portal, e lá ele se sente mais leve, com uma paz grande seguida de um sentimento de presença poderosa. Este lugar é aonde as divindades de Toril estão, um lugar onde um drow jamais pensaria em se encontrar!

Agora já nesse lugar, Kaleronn encontra um homem grande de longos cabelos e barba.

Homem – Prazer, sou Shaundakul.

Shaundakul – Sou o cavaleiro dos ventos, a Mão Amiga!

Shaundakul – Sou a divindade de Caladnei, fui chamado atravez das preces dela. Eu vim te resgatar, seu coração brilhante fez com que sua vida no subterraneo não fosse o ideal! Para te tirar daqui preciso oferecer sangue maligno, e o farei em sua matriarca!

Kaleronn – Por favor, não derrame mais sangue. Isso não me faria melhor do que eles…

Shaundakul – É a unica forma de salvar um aventureiro condenado…

Kaleronn – Como você me salvaria?

Shaundakul – Sou o cavaleiro dos ventos, posso te levar até a superfície com meu poder, mas para isso preciso do sangue, para poder levar um ser tão denso até lá.

Shaundakul – Mas há uma condição para isso…Seu coração não é mau, mas você não é completamente bom, mesmo assim mostre aos outros, leve a Mão Amiga com você, ajude aqueles que julgue nescessario e espalhe o culto da mão amiga por Toril…

Kaleronn – Não és como a lolth, que se banha com o sangue de inoscentes? E que plorifera maldade entre meu povo?

Shaundakul – Não me compare àquela imunda! Uso do sangue maligno derramado para salvar os inocentes

Kaleronn – Perdoe-me

Kaleronn se curva e então fala:

Kaleronn – Se não és como ela, certamente levarei a mão amiga comigo, e agradeço por tudo.

Shaundakul – Ok nobre, és o primeiro drow de minha guarda! Vá com os ventos, e espero um dia te reencontrar!

Kaleronn então volta para o plano normal em forma de vento, ele viaja incrivelmente rápido e então pôde ir para a superfície, não tendo controle sobre isso, ele foi guiado pelo poder de seu agora mestre Shaundakul. Enfim Shaundakul o materializou novamente dentro de um Inn de uma cidade chamada Baldurs Gate localizada na Costa da Espada. Kaleronn está a primeira vez na superfície e tudo o que se encontra naquele quarto estranho é íncrivel, é noite então não problemas relacionados com a luz em seus olhos…Kaleron vê uma cama como nunca tinha visto antes, e resolveu ali mesmo entrar en transe para se recuperar de todos os fatos que aconteceram naquele dia.

História interpretada por Levan como Kaleronn e mestrada por Santhell, os outros dois personagens viram nos proximos posts.

Por Selûne, agradeço a todos que leram, obrigado!

Dicas de livros de rpg do Tio Sant

julho 17, 2009 às 6:31 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Grand History of the Realms

Grand History of the Realms

Nós da taverna nerd resolvemos reviver o blog, e começar de uma forma bem diferente…pelo menos por enquanto. Resolvemos postar contos aqui relatando nossas aventuras de rpg de mesa no caso D&D. Nossa campanha se passa em Forgotten Realms, então nada melhor do que no primeiro post da série Dicas de livros de rpg do Tio Sant um livro que conta toda história de Toril, desde sua criação até os tempos de hoje. É uma bela leitura para quem adora o universo Forgotten Realms.

Download Aqui

Monster Hunter 3 ‘Tri-‘ Demo – Impressões

junho 10, 2009 às 4:19 am | Publicado em Games | Deixe um comentário

Monster Hunter é uma série consagrada no Japão, million seller, diga-se de passagem. Para quem não conhece consiste em caçar monstrões com enormes quantidades de vida onde é exigida uma estratégia nova para cada combate. Conforme são mortos o personagem sobe de rank dando possibilidade para ir atrás de monstros cada vez mais fortes chegando à beirar o impossível. Ao chegar em ranks mais elevados, jogar no Single não é mais viável , demorando muito nas batalhas e morrer fica fácil, mas é aí que entra a diversão…4 Players Co-Op…juntar os amigos para matar os bichanos . O jogo não se trata de um hack ‘n slash aos moldes de Devil May Cry, e sim decorre de uma maneira mais lenta, não podemos sair apenas atacando como acontece em alguns do gênero, temos que criar uma estratégia…avançar, recuar, usar armadilhas entre outros para conseguir derrotar os monstrengos. Além disso podemos criar poções, armas e equipamentos a partir de matérias primas obtidas durante o jogo, estas matérias são obtidas das mais variadas maneiras como minerando e coletando ervas.

A um tempo atrás foi anunciado o Monster Hunter 3 para o PS3, mas logo depois a Capcom anunciou que tinha mudado para o Wii…Sim! A série era estabelecida na Sony, com suas versões para PS2 e PSP. A mudança de plataforma acredito que foi devido ao Wii ter uma base muito mais numerosa no Japão, e isso geraria muito mais vendas para o jogo. MH3 deve ser lançado em 1 de Agosto no Japão, já uma versão para o ocidente ainda não tem data.

Para embalar as vendas do MH3 a capcom decidiu portar o Monster Hunter G de PSP/PS2 para o wii acompanhada de uma demo do MH3 contendo 2 monstros e alguns personagens pré-criados com itens e um tipo de arma padrão(Great Swords, Lances, Hammers, Bowguns, Sword/Shield, Katanas, e a nova categoria Slash Axes) e foi esse demo que eu experimentei. Eu nunca tinha jogado o jogo, e admito que achava muito coisa de japonês, mas dei uma chance…peguei a demo e me impressionei! A dificuldade do jogo me agradou, me lembrou matar bosses em MMORPGS onde é necessário um planejamento. A movimentação é fluída, o controle da camêra é fácil e a movimentação do personagem também. Uma coisa que me agradou bastante foi as batalhas submersas, mergulhar é simples e intuitivo, o personagem é guiado pelo o ângulo da câmera. A minha única dificuldade foi ter que tentar adivinhar os textos, por o demo ser japa. Na parte da batalha a IA dos monstros me fez sorrir, fazia um tempo que não via algo assim, o monstro muda de alvo e até ataca outros monstros no cenário se não simpatizar com eles ou se estão atrapalhando, eles recuam, chamam alguns mobs para te atrapalhar e até mesmo correm para outros mapas para se recuperar. Seguindo a localização do monstro no mapa, indicava que ele estava em uma caverna, quando entrei lá o monstro que era um espécie de dinossauro estava dormindo! Isso mesmo dormindo, hah! Aproveitei e cheguei metendo a faca. Os ambientes são vivos e povoados por monstros, alguns pacíficos outros não, o ambiente é bem detalhado, os gráficos estão top para o padrão do wii, a única coisa que não me agradou é o cenário ser dividido em vários mini-cenários tendo um loading entre cada transição, não é nada que atrapalhe e contando que estamos falando da potência do wii, não conseguiríamos ver o jogo “open world” com a mesma qualidade gráfica e de detalhes.

Ainda é cedo para tirar uma conclusão final de MH3, mas podemos saber que na versão final veremos todos os aspectos mais otimizados e finalmente a possibilidade de jogar multiplayer online(4 Players) e offline(2 Players) .

E3 – 2009

maio 31, 2009 às 2:37 am | Publicado em Games | Deixe um comentário

A E3 é uma feira de exposição que ocorre anualmente em lugares préviamente decididos, aonde grandes empresas ligadas ao entertenimento eletrônico tem espaço para divulgar suas novidades, anunciar novas franquias de jogos, novas tecnologias e fazer com que o hype dos fãs vá lá em cima! A verdade é que a E3 é o evento mais importante na industria de games, e geralmente faz com que os nerds tetudos amantes dos jogos digitais roam as unhas durante suas conferencias, grandes rumores se confirmam e o resultado: em poucos minutos temos fóruns de gamers cheios de flame war, apenas uma disputa besta de quem anunciou jogo x e qual jogo y não é mais exclusivo. IMO quanto mais jogos forem multi plataforma mais pessoas poderiam usufruir dos mesmos, assim todos ficam felizes…Mas não é isso que acontece, na prática pessoas que possuem o console ‘x’ lutam até a morte para se conformar que console ‘x’ foi a melhor escolha e console ‘y’ e ‘z’ são ruins. A E3 deste ano irá começar dia 1 de Junho(amanha pela data deste post) e vai terminar dia 4 de Junho. Há também vários outras produtoras sempre contando com alguns demos jogaveis e ou informações sobre futuros lançamentos. Resumindo esta semana é com certeza uma das semanas que vai marcar o mundo gamer com alguns anúncios inesperados igual a E3 passada quando a Microsoft anunciou que tinha conseguido a quebra da exclusividade de Final Fantasy XIII que até aquele momento era apenas da Sony o que gerou um burburinho estrondoso e flame wars que se extendem até os dias de hoje. As datas e as horas das press conferences são os seguintes:

  • Microsoft – 1 de Junho, 10:30AM*
  • EA – 1 de Junho, 2:00OM*
  • Ubisoft – 1 de Junho, 5:00PM *
  • Nintendo – 2 de junho, 9:00AM*
  • Sony – 2 de Junho, 11:00AM*

Quem tá querendo ver ao vivo essas conferencias pode acessar o GameTrailers.com que vai fazer streaming das conferencias. Fiquem atentos tetas, e deixem o ismo de lado.

*Hora do pacifico.

World of Warcraft – Wrath of the Lich King – Primeiras Impressões

maio 28, 2009 às 3:07 pm | Publicado em world of warcraft | Deixe um comentário

Primeiras Impressões

Bom não sei se vocês sabem, mas sou um grande fã da Blizzard e consequentemente player do maravilhoso World of Warcraft. Semana passada finalmente arrumei uma graninha para comprar a expansão Wrath of the Lich King e babando fui na mesma hora para Northrend conhecer o continente gelado(nem tão gelado assim) e começar a levelar lá. Confesso que esperava menos dessa exp, BEM menos, me pegou de surpresa, a blizzard conseguiu fazer na minha opinião um jogo perfeito ficar ainda melhor! É impressionante, assim que chegamos de Zeppelin em Warsong Hold localizado em Borean Thundra vemos uma grande diferença das antigas cidades: VIDA. Isso mesmo Warsong Hold, na minha opinião é anos mais viva que Orgrimmar, ou até que Shatt, vemos realmente o poder da scourge lá, atacando frequentemente enquanto a defesa da horda tenta controlar a situação.

Quests

Depois da profundidade da vida e da inteligência artificial outra coisa que me agradou foram as quests de Northrend, agora estão mais dinâmicas e profundas, pra quem não costumava ler o quest log aconselho a começar, as histórias por de trás das quests dão mais profundidade a Northrend e suas factions além de ter vários tipos diferentes de quests(quests com veículos), assim como aconteceu na Burning Crusade.Antes com o Pré-TBC, cada parte de Azeroth seguia um padrão: faça x quests de matar e coletar, depois algumas com alguns mobs únicos e uma ou duas escorting quests. Isso fazia que com o tempo ficasse boring questar e como o BChavia mudado muito isso o Wotlk veio pra botar o antigo sistema de quests no lixão e mandar incinerar.

Hero Class: Death Knight

Inferno! A nova classe é um verdadeiro inferno, virou um tipo de moda ter um DK como main character, o mesmo que aconteceu com os Blood Elfs no BC. O pior é: Death Knight é uma classe relativamente “imorrivel” assim como o Paladin, são verdadeiras pragas pra matar, é o tipo de classe usada por quem não teve sucesso com nenhuma classe. Mas tirando isso é ótimo para o roleplay, e adiciona muito para quem gosta de ficar por dentro das intrigas da saga Warcraft, por haver quests apenas para DK, aonde encontramos com o Lich King diversas vezes com dialogos diretos com ele, o que é o máximo.Bom como não terminei o conteúdo de Northrend – estou apenas começando – vou postando como vai o andamento dos achievements, instances e das raids em futuros posts e se alguém joga no Warsong me whispa lá meu nick é Santhell.

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